educação financeira

-

Página 1

Programas de educação financeira na Colômbia:Desafios na avaliação de sua eficáciaPilar B. ´Alvarez-Franco∗Melisa Mu˜noz-Murillo†Diego A. Restrepo-Tobón‡ResumoOs programas de educação financeira desfrutam de ampla influência governamental e financeirasuporte da indústria. Eles são considerados uma ferramenta importante para melhorar a literatura financeiracia, incentivando a inclusão financeira e aumentando a proteção financeira do consumidor.Portanto, avaliar sua eficácia é importante para garantir que o público eos recursos privados são alocados com sabedoria. Como destacamos neste artigo, osa literatura empírica lança sérias dúvidas sobre a eficácia desses programas emalcançar seus objetivos principais. Mesmo devidamente projetado – a partir de uma avaliação de impactoponto de vista – os programas de educação financeira não conseguem produzir efeitos de longo prazo sobre os indivíduoseducação financeira ou escolhas financeiras de todos. Destacamos os desafios para avaliar oimpacto dos programas de educação financeira e, consequentemente, seus méritos. Nós mostramosa experiência internacional na avaliação da eficácia desses programas e desenharaulas para a Colômbia. Oferecemos um conjunto de recomendações sobre o conjunto mínimodos atributos que os programas de educação financeira devem ter para permitir uma política sériaavaliação.Palavras-chave:Educação financeira, educação financeira, avaliação de impacto.JEL: A20, D04, D14, C180∗ Professor Assistente de Finanças, Universidad EAFIT, Medellin, Colômbia. Email: palvare6@eafit.edu.co† Universidad EAFIT, Medellin, Colômbia. Email: amunozm@eafit.edu.co‡ Professor Assistente de Finanças, Universidad EAFIT, Medellin, Colômbia. Email: drestr16@eafit.edu.co1


Página 2

1. IntroduçãoUma pesquisa recente mostra que o analfabetismo financeiro é generalizado em todo o mundo (Lusardi e Mitchell,2011) Em resposta, os programas de educação financeira e educação financeira têm lugar de destaquena agenda nacional de políticas públicas da maioria dos países (Xu e Zia , 2012) Em Colom-bia, programas de educação financeira afetarão os currículos da maioria dos ensinos fundamental e médioescolas. Além disso, as instituições financeiras são obrigadas por lei a oferecer tais programas paraseus consumidores atuais e potenciais. Redy et al. (2013) documentam que cerca de 81% deOs cidadãos colombianos não conseguem calcular uma taxa de juros simples, 72% não economizam, apenas23% podem determinar quanto gastaram na semana anterior, 20% relatam ter conseguido enfrentardespesas inesperadas, e apenas 59% relatam que têm o suficiente para cobrir despesas af-após a aposentadoria. Em 2012, estudantes colombianos tiveram o pior desempenho na alfabetização financeiracomponente do teste PISA.Neste contexto, os programas de educação financeira desfrutam de aceitação acrítica parao ponto que para políticos, legisladores e jornalistas os termos educação financeirae alfabetização financeira se tornaram quase sinônimos. Em seu discurso, esses termos sãoassociados, e muitas vezes confundidos, com resultados financeiros desejáveis. Nacional e localgovernos, instituições financeiras e muitas organizações sem fins lucrativos adotamprogramas de educação como a solução panacéia para aumentar a educação financeira; e o último, empor sua vez, para melhorar os resultados financeiros do consumidor. No entanto, a evidência empírica sobrea relação entre educação financeira, educação financeira e resultados financeiros não dáindicação clara da eficácia dos programas de educação financeira para aumentaralfabetização e para melhorar os resultados financeiros (Hastings et al. 2013b)Distinguir entre educação financeira, educação financeira e resultados financeirosé um pré-requisito para estabelecer os efeitos atribuíveis aos programas de educação financeira nopresença de múltiplos fatores de confusão (por exemplo, preferências, habilidades cognitivas, numeramento,programas de intervenção simultânea, etc., Fox et al. (2005)). Educação financeira se refereao processo de fornecer informações, instruções ou conselhos objetivos aos indivíduos paraprovar sua compreensão de produtos financeiros, desenvolver suas habilidades para estar ciente do risco eoportunidades, fazer escolhas informadas e tomar medidas eficazes para o seu bem-estar financeiroing (OCDE , 2005) Literacia financeira refere-se a conhecimento financeiro, capacidade financeira ouAmbas (Huston , 2010) Por outro lado, o termo resultados financeiros se refere às habilidades,habilidades e comportamentos sobre como as pessoas lidam com questões financeiras (por exemplo, ac-acumulação, taxas de poupança, aquisição de seguro ou gerenciamento de conta bancária, Hastingset al. (2013b)).Recursos públicos e privados consideráveis ​​estão sendo destinados à educação financeiraprogramas. Portanto, é necessário identificar os efeitos precisos dessas políticas para garantirque os recursos públicos sejam alocados com sabedoria. A maioria dos governos adotando finanças2

-ad-


Página 3

programas de educação parecem acreditar que programas de educação financeira são inevitavelmenteassociados a uma melhor educação financeira e resultados financeiros. Políticos oportunistas eo setor financeiro sempre recebeu bem essas iniciativas. Educação financeira mais públicaprogramas e políticas são, no entanto, mal concebidos e avaliar sua eficácia éuma tarefa difícil.1 Para lançar luz sobre essas questões, revisamos a literatura empírica em relação ação da relação entre educação financeira, educação financeira e resultados financeiros.Achamos que não há resultados claros sobre essas relações. A evidência empíricaé inconclusivo em relação aos efeitos geralmente assumidos para programas de educação financeira sobreeducação financeira e resultados financeiros.Para destacar os desafios na avaliação da avaliação de programas de educação financeira,mostramos a experiência colombiana. O caso colombiano tem várias características atraentesturas. Em primeiro lugar, por lei, a educação financeira é um direito dos consumidores colombianos e financeiroas instituições têm a obrigação de promover e fornecer programas de educação financeira comoestruturado pela Superintendência Financeira da Colômbia.2 Além disso, Lei 1450 de 2011(Plan Nacional de Desarrollo 2010-2014), mandatou o Ministério da Educação Nacionaldefinir o conjunto de habilidades financeiras e econômicas básicas que os currículos colombianosdeveria incluir. O Decreto 457 de 2014 criou um sistema multiagências para coordenação públicae iniciativas privadas de educação financeira. Em segundo lugar, mostramos que a maior parte das finançasos programas de educação implementados na Colômbia não incluem um componente de avaliação.Dois dos três programas que incluem um componente de avaliação de impacto acham um resultado positivoimpacto da educação financeira na educação financeira, mas nenhum nos resultados financeiros. Além disso,o governo colombiano está implementando uma estratégia nacional de economia e finançasEducação. As pesquisas de linha de base e de acompanhamento ainda estão em fase de desenvolvimento. Assim, nosso rec-as recomendações podem lançar luz sobre como novos programas devem ser concebidos a fim de avaliarsua eficácia.3O artigo está organizado da seguinte forma. Seção 2 revisa a literatura empírica sobrea relação entre educação financeira, educação financeira e resultados financeiros. Sec-a seção 3 analisa os programas nacionais de educação financeira na Colômbia. Destaques da seção 4os principais atributos que os programas de educação financeira devem ter para estabelecer sua eficáciaeficiência na melhoria da educação financeira e dos resultados financeiros. Seção 5 avalia o1Fox et al. (2005) documentar que várias iniciativas de educação financeira desenvolvidas nos Estados Unidosdesde a década de 1990 não incluiu um componente de avaliação em seu projeto. Assim, a maioria desses programasofereceu poucos insights sobre sua eficácia em melhorar a educação financeira ou os resultados financeiros.2 Ver Lei 1.328 de 2009.3 De acordo com Hastings et al. (2013b), programas de educação financeira bem elaborados devem indicar claramenteseus principais objetivos. Em particular, eles devem esclarecer se visam melhorar a educação financeira ouresultados. Quando o objetivo é melhorar os resultados financeiros, outras alternativas, como a regulamentação estrita dorelação entre consumidores financeiros e instituições financeiras pode ser mais eficaz. Nós não endereçamosesta literatura neste estudo.3


Página 4

Experiência colombiana na avaliação de programas de educação financeira. Concluímos na Seção62 Revisão da LiteraturaOs programas de educação financeira visam melhorar a educação financeira e mudar o consumidorcomportamentos financeiros. De acordo com Hastings et al. (2013b), a evidência empírica a favorde um efeito causal positivo da educação financeira na educação financeira ou na saída financeiravem é limitado e não tão encorajador quanto se poderia esperar. Por exemplo, alguns empíricosestudos não encontraram quase nenhum efeito dos programas de educação financeira sobre os resultados financeiros (por exemplo,Jump $ start Coalition for Personal Financial Literacy 2006 ,Mandell 2008) Além disso,Lusardi e Mitchell (2014) demonstrar que a educação financeira pode não ter efeitos sobreindivíduos com altas taxas de impaciência. A razão é que consumidores impacientes investem sub-otimamente na aquisição de conhecimento financeiro. O mesmo é verdade para indivíduos combaixo rendimento atual e potencial. Portanto, quais são os principais fatos empíricos a respeito daeficácia dos programas de educação financeira?Como Lusardi e Mitchell (2014) apontam, poucos estudos realizam avaliações sériassobre o impacto dos programas de educação financeira ou uma análise cuidadosa de custo-benefício. Talestudos são necessários para discernir os méritos dos programas de educação financeira e para fazerprescrições eficazes de políticas. Lusardi e Mitchell (2014), Lyons e Neelakantan (2008),entre muitos outros, argumentam que as avaliações dos programas de educação financeira devem ter como objetivono estabelecimento de sua eficácia para modificar os resultados financeiros e comportamentos. Fox et al.(2005) destacam os desafios de conduzir tais avaliações e análises.Hastings et al. (2013b) oferecem uma revisão crítica da eficácia da educação financeiraprogramas de instalação. Eles argumentam que a maioria dos estudos na literatura mostra uma correlação positivaentre educação financeira e comportamentos e resultados financeiros. No entanto, este associadoção não pode ser tomada como evidência de que programas de educação financeira devem ser eficazesmecanismo para melhorar os resultados financeiros. Além disso, outros mecanismos além do financeiroa educação pode ser mais eficaz. Por exemplo, políticas que mitigam preconceitos e decisõestornando os custos enfrentados pelos consumidores financeiros, Thaler e Benartzi (2004Cole et al. (2011)examinar a eficácia de oferecer incentivos monetários para o uso de contas bancárias contraeducação financeira. Eles descobriram que os incentivos são 2,5 vezes mais econômicos do que financeiroseducação social. Em um campo relacionado, Calderon et al. (2013); Karlan e Valdivia (2011) acharque seus programas de treinamento empresarial eram altamente econômicos.Hastings et al. (2013b) da revisão destacam que a causalidade entre educação financeiraos resultados financeiros e financeiros são difíceis de definir. Primeiro, alfabetização financeira necessariamentemediar a associação hipotética entre educação financeira e resultados financeiros.4

-ad-


Página 5

Mas os indivíduos citam a experiência pessoal como o principal fator na determinação de suas finançasaprendizagem, dando quase nenhum papel à educação financeira, Hilgert e Hogarth (2003) Então,causalidade reversa é uma grande preocupação na avaliação da relação entre educação financeira eresultados financeiros.4Em segundo lugar, a auto-seleção em programas de educação financeira torna difícil identificaros efeitos reais, se houver, desses programas na educação financeira ou nos resultados financeiros. Indi-indivíduos envolvidos em programas de educação financeira podem possuir características não observadasque se correlacionam com a educação financeira e os resultados financeiros (Meier e Sprenger , 2007)Por exemplo, Hung e Yoong (2013) descobrem que os indivíduos envolvidos na aposentadoria financeiraprogramas de aconselhamento são mais ricos e têm níveis mais altos de educação financeira – medida eauto-relatado.Terceiro, fatores não observados podem tornar alguns indivíduos mais propensos a se envolver em atividades financeirasprogramas de educação e, simultaneamente, levam a melhores resultados financeiros. Por exemplo,conforme documentado em Hastings et al. (2013b), a literatura empírica mostra uma relação entreentre habilidades cognitivas e resultados financeiros. Este problema pode levar à auto-seleçãoproblemas se os indivíduos com habilidades cognitivas mais altas são mais propensos a participar de taisprogramas ou se os resultados financeiros se correlacionam fortemente com a capacidade cognitiva, como tem sidodemonstrado na literatura (Banks e Oldfield 2007 Gerardi et al . 2010 Christeliset al . 2010, Grinblatt et al . 2009)Quarto, problemas de variáveis ​​omitidos podem influenciar os resultados empíricos. Pesquisa sobre o deter-mentores da educação financeira acham essa impaciência (Meier e Sprenger , 2013), cognitivohabilidade (Cole et al. 2011 ; Lusardi et al. 2010), características de pares ( Lusardi et al. , 2010),e aversão ao risco (Van Rooij et al. 2011) estão fortemente relacionados à educação financeira. Por isso,sem a devida conta dessas variáveis ​​difíceis de medir, os efeitos estimados de finançasa alfabetização social sobre resultados financeiros pode não ser confiável.Outros estudos investigaram a relação entre educação financeira e finançasresultados. Bernheim et al. (2001) explorar a mudança nos mandatos de educação financeira noEstados Unidos como uma variação exógena da educação financeira para avaliar a longo prazoefeitos da educação financeira na taxa auto-relatada de poupança e acúmulo de riqueza.Eles encontram um efeito significativo da educação financeira em ambos. No entanto, Cole e Shastry(2010), usando o mesmo experimento natural para determinar se há uma relação causalentre a educação financeira e as decisões de poupança, descubra que a educação financeira não tem efeitoefeito nos resultados financeiros; enquanto a capacidade cognitiva melhora significativamente os resultados de economia.Portanto, a ligação entre educação financeira e resultados financeiros ainda não está clara.54 A endogeneidade na educação financeira e nos estudos de resultados financeiros pode surgir de um erro de mediçãocerteza na variável independente, uma simultaneidade entre a variável independente e a dependente,ou uma variável omitida correlacionada com a variável independente (Hill et al. 2008)5 Pode haver outras causas para a educação financeira. Lusardi e Mitchell (2009) descobrir que estudar eco-5

-ad-


Página 6

Da mesma forma, também não existe consenso sobre a relação entre literacia financeira eresultados financeiros. Lusardi et al. (2005) e Hung et al. (2009) examine a ligação entreeducação financeira e planejamento de aposentadoria para os Estados Unidos. Eles acham um alto positivocorrelação entre eles. Em contraste, Hung et al. (2009) examinar a relação entrealfabetização financeira e outros resultados financeiros (por exemplo, poupança para aposentadoria e aposentadoriagestão de carteiras) e não encontrar associação entre eles. Cole et al. (2011) usarduas grandes pesquisas domiciliares na Índia e na Indonésia. Eles descobrem que a educação financeiraestá positivamente correlacionado com ter uma conta bancária, mesmo depois de controlar para per capitaníveis de despesas, taxas de desconto das famílias e aversão ao risco. No entanto, neste estudo,os níveis de despesas, e não a alfabetização financeira, são um forte indicador do uso das contas bancárias.A falta de evidências nítidas sobre a relação entre educação financeira e fi-os resultados financeiros podem ser devidos aos problemas de endogeneidade mencionados acima. Endereçarnesta questão os pesquisadores recorrem a métodos de estimação baseados em variáveis ​​instrumentais. Praexemplo, Van Rooij et al. (20111) usar a situação financeira de parentes para instrumentar fialfabetização financeira para indivíduos. Eles descobriram que a educação financeira impacta positivamente a riquezaacumulação e participação no mercado de ações. Lusardi e Mitchell (2009) usar o ensino médiomandatos de educação financeira nos Estados Unidos como instrumento de educação financeira. Elasdescobrir que níveis avançados de alfabetização financeira impactam positivamente o planejamento de aposentadoria. Contudo,Hung et al. (2009) usando a mesma estratégia, mas metodologia diferente para mediralfabetização social, descubra que o instrumento usado por Lusardi e Mitchell (2009) é apenas fracamenterelacionadas à educação financeira.Outra solução para os problemas de estimar a relação entre a educação financeira, educação financeira e resultados financeiros é usar experimentos de controle. Dois relacionadosestudos experimentais sobre o treinamento em alfabetização empresarial para empresárias vêm deKarlan e Valdivia (2011) e Calderon et al. (2013Karlan e Valdivia (2011) correu-designar internamente os clientes de uma instituição de microfinanças a grupos de tratamento e controle. Oo treinamento consistiu em 22 sessões semanais; além disso, uma pesquisa de linha de base antes doprevenção e acompanhamento um e dois anos depois. Os autores encontram um efeitodo treinamento em conhecimentos e práticas de negócios (por exemplo, reinvestimento de lucros, inovaçãoe incrementos nas vendas e receitas). Calderon et al. (2013) em um trabalho semelhante paraO México rural encontra um impacto positivo do programa nos lucros dos participantesBernheim e Garrett (2003) usam pesquisas nacionais como uma ferramenta de avaliação. Eles examinamos efeitos de diferentes programas de educação financeira oferecidos no local de trabalho e descobrir quetais programas aumentam a poupança para trabalhadores com taxas de poupança baixas e moderadas. Enquanto oos efeitos são estatisticamente insignificantes para trabalhadores com altas taxas de poupança. Para riqueza total,a evidência é inconclusiva. A explicação dos autores para estes resultados é que a maioria dosa economia no ensino médio está associada a níveis mais elevados de alfabetização financeira. Christiansen et al. (2008) descobre queestudar economia na faculdade está causalmente relacionado a manter ações.6


Página 7

ers oferecem esses seminários e programas porque os funcionários têm pouca disposição para economizar,e uma vez que a pesquisa não tem detalhes de cada programa, os autores não podem controlar para orazão pela qual os empregadores os oferecem. Esta diferença preexistente entre os participantes eos não participantes podem subestimar os efeitos. Um importante estudo para a América Latina éapresentado em Bruhn et al. (2014) Eles mostram os resultados de uma edição financeira abrangenteprograma de educação para 20.000 alunos brasileiros do ensino médio. O programa inclui professore sessões de treinamento para pais, materiais didáticos e inovadores e atividades curriculares relevantesde acordo com a população. Os autores descobriram que a educação financeira na escola aumentaa probabilidade de ter uma conta bancária. Porque a pesquisa de acompanhamento foi realizadaimediatamente após a intervenção, os resultados são indicativos apenas de efeitos de curto prazo.3 Programas Nacionais de Educação FinanceiraApesar da falta de evidências empíricas sobre a eficácia dos programas de educação financeiratanto na educação financeira quanto nos resultados financeiros, muitos países ao redor do mundoestratégias empreendidas para promover programas de educação financeira.Os países desenvolvidos e em desenvolvimento dão grande importância à educação financeira paraaumentar a inclusão financeira e capacitar as pessoas a tomar melhores decisões financeiras (OCDE,2014) De acordo com Fox et al. (2005), formuladores de políticas e outras partes interessadas geralmente conconsideram que os programas de educação financeira melhoram a educação financeira. Sob tal premissa,Os Estados Unidos lançaram cerca de noventa programas de educação financeira nos últimos doisdécadas. O mundo em desenvolvimento seguiu adiante. Por exemplo, o governo brasileiromento lançou recentemente um programa nacional de educação financeira para alunos do ensino médiodefinido oficialmente na estratégia nacional de educação financeira de 2010 (Garcia et al. 20136Até o momento, cinquenta e cinco países estão projetando, implementando ou revisando um sistema financeiro nacionalestratégia de educação.7Mais de um terço desses países indicaram que as pesquisas são a principal avaliação.ferramenta para avaliar a eficácia de suas estratégias nacionais de educação financeira, OCDE(2014) No momento, a maioria das pesquisas não foram realizadas porque as estratégias nacionais6 Uma estratégia nacional para educação financeira é definida pela OCDE como “uma abordagem coordenada nacionalmenteà educação financeira que consiste em um quadro ou programa adaptado ”.7 Os países que elaboram uma estratégia nacional são: Argentina, Canadá, Chile, China, Colômbia, CostaRica, Croácia, El Salvador, França, Guatemala, Quênia, Líbano, Malaui, México, Paquistão, Peru, Polônia,Romênia, Arábia Saudita, Sérvia, Suécia, Tanzânia, Tailândia, Uganda, Uruguai e Zâmbia. Os paísesimplementando um: Armênia, Brasil, República Tcheca, Dinamarca, Estônia, Gana, Índia, Indonésia, Irlanda,Israel, Coréia, Letônia, Malásia, Marrocos, Nigéria, Portugal, Federação Russa, Eslovênia e Turquia. Opaíses que estão revisando: Austrália, Japão, Holanda, Nova Zelândia, Cingapura, Espanha, África do Sul, Estados UnidosReino Unido e Estados Unidos.7

-ad-


Página 8

estão em um estágio inicial (Grifoni e Messy , 2012)Na Colômbia, Lei 1450 de 2011 (Plano Nacional de Desarrollo 2010-2014), obrigatórioo Ministério da Educação Nacional para definir o conjunto de habilidades financeiras e econômicas básicassidades que os currículos escolares colombianos devem incluir. Este mandato está sendo implementadoinstituído pelo Decreto 457 de 2014. Por meio dele, o governo criou uma multiagênciasistema para coordenar iniciativas de educação financeira pública e privada dentro do quadrotrabalho de estratégia nacional de educação econômica e financeira. Entre outras tarefas, estaagência deve monitorar e realizar avaliação de impacto dos programas desenvolvidos dentroestratégia nacional. Até o momento, o componente de avaliação de impacto ainda está em desenvolvimento.Além disso, desde a Reforma Financeira de 2009 (Lei 1328)8 financeiro colombiano -instituições e associações do setor financeiro devem fornecer programas de educação financeiraaos seus consumidores em relação aos produtos e serviços que oferecem. Instituições diferenteslançaram programas de educação financeira nos últimos cinco anos. De acordo com o In-Pesquisa ventricular sobre programas / iniciativas de educação financeira na Colômbia (Encuesta deMapeo sobre Programas / Iniciativas de Educación Económica y Financiera na Colômbia)(20149, 109 instituições iniciaram ou iniciaram pelo menos um programa de educação financeira.31 (19%) instituições estavam em processo de início de pelo menos um programa.Das 103 instituições com programa já implantado, 65 (63%) delasdesenvolveram o programa nos cinco anos anteriores. 53% das instituições com umprograma desenvolvê-lo internamente, 29% por meio de uma aliança com um terceiro e 18% têm umaliança e desenvolver parte do programa diretamente.Os objetivos declarados mais comuns desses programas são 1) melhorar o desempenho pessoalgestão financeira, 2) para aprimorar o conhecimento financeiro e 3) para desenvolver finanças geraisHabilidades. Outros objetivos citados por esses programas são aumentar as taxas de poupança, melhoraruso de produtos financeiros, gerenciamento de riscos, prevenção de fraudes e desenvolvimento de habilidades de empreendedorismo.Cada programa pode ter mais de um objetivo. O conteúdo declarado com mais frequência deesses programas são atitudes de poupança e empréstimo, uso de produtos financeiros, orçamento,acesso ao crédito, direitos e obrigações do consumidor, atitudes em relação ao consumo e nu-habilidades básicas de meracy. Os bancos, em particular, focam no uso de produtos financeiros (ver Tabela 1) ,o que pode sinalizar que tais programas podem ser usados ​​como propaganda financeira, em vezdo que programas objetivos de educação financeira.Esses programas de educação financeira usam principalmente palestras como parte do plano de treinamento. 85programas contam com este mecanismo. Os demais programas procedem da seguinte forma: 82 usemateriais educacionais, 71 sessões de treinamento, 67 portais eletrônicos, 42 workshops e 39vídeos. Competições, festivais financeiros, TV, rádio e anúncios na imprensa e conselhosseling são menos frequentes. Outros programas incluem correspondência, peças de teatro, programas de rádio,8 Ver Lei 1.328 de 2009, Título I, Capítulo III, Literal f.9Comisión Intersectorial de Educación Económica y Financiera (2014)8


Página 9

videogames e aplicativos para dispositivos digitais.Sem uma avaliação adequada desses programas, no entanto, é difícil estabelecer seas instituições financeiras estão usando-os para beneficiar os consumidores ou a si próprios. Este pontoé importante ser considerado pelos reguladores, uma vez que os objetivos das instituições financeiras podemdivergem daquelas no interesse público. De acordo com Hastings et al. (2013b), as vezesas empresas têm incentivos para ajudar os consumidores ingênuos, mas às vezes obtêm benefícios deanalfabetismo do consumidor (por exemplo, os consumidores que pagam taxas mais altas são provavelmente menos alfabetizados,Choi et al. 2010) Além disso, a evidência é pequena sobre as empresas que investem em informativospublicidade para compensar a falta de conhecimento financeiro do consumidor (Hastings et al. 2013b) Nomodelos de publicidade informativa, as empresas procuram reduzir atritos e custos de informação. Nomodelos de publicidade persuasivos, por outro lado, as empresas procuram convencer os consumidores sobrecaracterísticas de um produto, geram fidelidade à marca e reduzem a sensibilidade ao preço. Hastingset al. (2013a) em um estudo para o sistema de pensões privado mexicano descobriram que as empresas tendemcompetir por publicidade persuasiva em vez de informativa para tornar os trabalhadores menos carosconfidencial.Um programa de educação financeira particularmente importante na Colômbia é conduzido pelaagência autorreguladora do mercado de capitais colombiano (Autorregulador del Mercado deValores — AMV). O programa Educação Financeira para Todos (Educación Financiera paraTodos) é coordenado pela AMV em nome de outras instituições financeiras a fim deevite a duplicação e economize recursos. 67 instituições entre seguradoras,associações da indústria, bancos, sociedades financeiras e corretoras participam daprograma.10 O foco principal deste programa é ensinar aos consumidores financeiros sobrefinanças e outros tópicos financeiros gerais. O método de entrega padrão são conversas, onlinecursos, competições e documentos impressos (AMV , 2015)Alguns dos programas de mídia incluem o Viva Seguro da Fasecolda, que consiste em 36programas de rádio diários para ouvintes de estações de baixa renda (Rodríguez et al. 2014) e o maisrecente, En tu Cuenta, Cada Peso Cuenta de Banca de las Oportunidades11 que começou emFevereiro de 2015 com uma digressão nacional que apresentou um monólogo em 70 municípios. Oo programa também inclui um filme, uma música, anúncios de TV e rádio e dramas de rádiopara ser transmitido na mídia nacional (Banca de las Oportunidades , 2015)Outros programas que vale a pena mencionar são Colômbia Lista de Citifoundation, Adelante contu Futuro e Aulas Móviles. O primeiro oferece tablets com um aplicativo de educação financeiracação aos participantes do programa Familias en Acción (Citibank , 2014), um condicionalprograma de transferência de renda para famílias rurais de baixa renda. Adelante con tu Futuro e AulasA Móviles usa um estilo alternativo para desenvolver oficinas de educação financeira. Eles usam um10 A lista completa está no Apêndice.11 O Banca de las Oportunidades é em si um programa focado na melhoria do acesso financeiro para pessoas de baixa rendafamílias, pequenos e microempresários, geridos pelo Bancóldex e financiados com recursos públicos.9


Página 10

sala de aula móvel com capacidade para 25 pessoas. Esses programas atingem vários municípiosem toda a Colômbia (Banco de Bogotá , 2013 ; BBVA , 2014) No entanto, nenhum destesprogramas avaliam sua eficácia.Bancolombia, o maior banco comercial colombiano por ativos, lançou um programaem 2009 ligue para Educación Financiera. O programa era direcionado a alunos entre o quarto edécima primeira série. O Bancolombia informa que metade das escolas selecionadas para o programaentregá-lo aos alunos. Este programa é o maior realizado na Colômbia até o momento. Cobre2.346 professores, 106.880 alunos do ensino médio e 9.464 pais (Bancolombia , 2013)Da mesma forma, o Banco BBVA Colômbia lançou em 2012 o programa Escuela para el Em-prendimiento, um programa de educação financeira para alunos do oitavo ao décimo primeironotas. Este programa foi direcionado a professores e alunos sessões de treinamento em finanças pessoaise empreendedorismo. Este banco informa que até 2014, 40.000 alunos do ensino médioparticipou do programa, (BBVA , 2014)Mais recentemente, um programa piloto para estudantes conhecido como Educación Económica y Fi-nanciera foi desenvolvido pelo Ministerio de Educación Nacional (MEN) e Asoban-caria, uma associação do setor bancário. A fase de implementação começou na segundasemestre de 2014 (Asobancaria , 2014) O programa faz parte da Estratégia Nacional paraEducação Econômica e Financeira definida pelo governo no Plano Nacional de Desenvolvimento2010-2014 (Departamento de Planeacion Nacional , 2010)10

--
-

Página 11

Tcapaz1:TopicsdeFinanceiroEducaçãoProgramasnoColômbiaTsimdeInstituiçãoMútuoCorporaçõesCréditoFinanceiroEducaçãoFederaçãoMultilateraisONGsPúblicoOutroTotalAssociaçãoSindicatosInstituiçõesInstituiçõesSetorsaving / borroASAatitudes25302281178488financeiroprodutosusar262030101-25783saving232725101-58283budgeting12202292165472créditos23252251-46472consumidordireitos / obrigaçõesações123202-26541atitudesparaCARDSconsumo-113107–41440numerybásicoHabilidades11258-134328outros-221032215128seguro1-7721-13224tributação13351–3117financeirofraude1282—-215aposentadoria1-67—–14Móvelbancário-1172—-314dinheiroyremessa / transferências–11—–2Fonte:Adaptadoa partir deaEncuestadeMapeosobreProgramas / IniciativcomodeEducacíonEconomicayFinancieraenColômbia( 2014)11


Página 12

4 Avaliação de impacto dos programasMuitos governos lançam políticas que buscam alcançar resultados diferentes que melhorembem-estar das pessoas. No entanto, o componente de avaliação de tais políticas comumente paraincentivos no monitoramento da execução do programa, em vez de avaliar o impacto deessas políticas sobre os resultados desejados. O monitoramento difere da avaliação, pois omer coleta informações descritivas sobre a operação e entrega dos programas,em vez de avaliar o desempenho de uma política (Yoong et al. 2013) Avaliação de impactotenta resolver essa deficiência medindo os efeitos de um programa em seus resultados.Programas de educação financeira e educação financeira em todo o mundo geralmente não envolvem impactocomponentes de avaliação.A importância da avaliação de impacto para programas de educação financeira está em sua capacidadepara melhorar a formulação de políticas. Existem dois canais através dos quais a avaliação de impacto atingeseu objetivo (Bernal e Pe˜na , 2011) Primeiro, permite a alocação de recursos limitados paraos programas mais eficazes. Em segundo lugar, uma vez que fornece evidências imparciais do programaeficácia, reduz o oportunismo político e o subinvestimento. Como Robinson eTorvik (2005) encontrar, alguns políticos têm incentivos para desenvolver projetos comsuperávit social, mas com capacidade de influenciar o comportamento do eleitor. Na colômbia, camachoe Conover (2011) encontrar manipulação política local de um índice de pobreza usado pela maioriaprogramas sociais para seleção de beneficiários. Eles documentam as descontinuidades anormais nolimite de elegibilidade do índice imediatamente antes dos períodos de eleição. As descontinuidades começarama ocorrer em 1998, logo após os políticos perceberem o algoritmo usado para descobrir opontuação de pobreza. A manipulação do índice faz as pessoas parecerem mais pobres do que elasrealmente são e os torna elegíveis para participar desses programas.A preocupação da avaliação de impacto é medir os efeitos causais que um programa tem sobre suaresultados. Para estabelecer causalidade devido ao programa, é preciso medir o resultadovariável dos indivíduos que participaram do programa (por exemplo, os indivíduos tratados)e compará-lo com o valor que a variável de resultado teria assumido se o indivíduouals não participaram do programa (o que obviamente não foi observado), (Yoong et al.,2013) Os indivíduos que não participam do programa são rotulados como não tratados. Rosenbaum eRubin (1983) consideram a medição dos efeitos causais como um problema de falta de dados porqueo valor da variável de resultado para os indivíduos que não participaram do programa énão observável. Isso é conhecido como contrafactual. Construindo este argumento contrafactualingly é uma etapa crítica em qualquer avaliação séria. Diferentes metodologias estão disponíveis paraconstruir tal contrafactual (Blundell e Dias , 2009)Métodos de avaliação que comparam os tratados com os não tratados após a intervenção ouparticipantes tratados ao longo do tempo não geram resultados confiáveis ​​(Duflo et al. 2007) Em primeirodesign, a diferença entre os resultados dos participantes e não participantes pode ser gerada12


Página 13

pelo programa ou pelas diferenças preexistentes em suas características. Então, não podemosatribuir quaisquer efeitos ao programa. Isso é chamado de problema de viés de seleção. Além disso,algumas variáveis ​​que influenciam os resultados podem mudar desde a introdução do programa.Na literatura de avaliação de impacto, métodos confiáveis ​​para remover o viés de seleção podem serclassificados entre experimentos e métodos de quase-experimentos (Yoong et al. 2013) Ex-experimentos removem inteiramente o viés de seleção, uma vez que atribuem aleatoriamente indivíduos elegíveisuais da população para um grupo de tratamento, pessoas que recebem o programa e umgrupo de controle, pessoas que não (Duflo et al. 2007) Portanto, tratamento e controleos indivíduos são semelhantes em todas as dimensões, exceto no próprio programa. Isso permite que o avaliadorpara medir os efeitos causais imparciais pela diferença nas médias dos resultados entreo grupo tratado e o grupo controle.Na ausência de aleatoriedade, os indivíduos diferem e os avaliadores devem evitar di-comparações retas (Rubin , 1974) Quando a randomização não é possível, quase-experimentossão uma opção. Quase-experimentos tentam imitar a aleatoriedade usando ferramentas econométricas(Blundell e Dias , 2009) como correspondência de escore de propensão, variáveis ​​instrumentais, regres-design de descontinuidade de ação e diferença-na-diferença (Yoong et al. 2013)Para conduzir um estudo experimental, é importante considerar a possibilidade de randomizara nível individual ou de grupo (Duflo et al.2007) ou se deve conduzir uma linha de baseenquete. Além do nível de randomização, às vezes é útil conduzir diferentestratamentos simultaneamente para avaliar sua eficácia ou uma combinação deles.O método experimental padrão é chamado de ensaio de controle aleatório e é baseado emrandomização do tratamento. Uma variação surge quando não é possível excluir ninguémde fazer o programa por razões éticas ou práticas (Yoong et al. 2013) Incentive-projeto de ment é um método alternativo que randomizou incentivos em vez de tratamentos.Em seu trabalho seminal, Rosenbaum e Rubin (1983) argumentam que o índice de propensão corresponderesolver o viés de seleção combinando tratamento e controle de indivíduos de acordo comsua probabilidade de serem tratados. Esta probabilidade é obtida usando os diferentes observáveiscaracterísticas dos indivíduos.Quando existem características não observáveis ​​que afetam os resultados, o instrumentalabordagem de variáveis ​​apresenta uma alternativa para superar este problema (Angrist e Krueger,2001) Esta abordagem tenta obter a variação exógena dos resultados usandouma variável do instrumento fortemente relacionada à variável explicativa e relacionada aovem apenas por meio da variável explicativa. Às vezes, o instrumento é derivado deexperimento natural como em Lusardi e Mitchell (2009) e Hung et al. (2009)O projeto de descontinuidade de regressão ocorre quando o acesso a um programa depende de um objetovariável servível. A abordagem diferença-na-diferença explora uma mudança de política queduce uma forma de aleatoriedade na atribuição de tratamento e gera um tratamento e umgrupo de comparação. Ele compara a diferença nas características do grupo de tratamento antes13


Página 14

e depois da mudança de política com o antes e depois para o grupo de comparação (Blundell eDias ,2009)Para escolher o método de avaliação adequado, Blundell e Dias (2009) fornecer três rel-critérios evantes: os resultados alvo; os dados disponíveis; e o mecanismo de atribuição,conhecido como regra de atribuição. Os autores concluem que a regra de atribuição está no centromais desta escolha, uma vez que sua consideração determina se um experimental ou quasemétodo experimental deve ser usado de acordo com os dados disponíveis.A Figura 1 ilustra o processo de seleção de um método de avaliação. A primeira consideração-a ação que um avaliador enfrenta é avaliar a implementação de um plano de avaliação antes dointervenção. Quando o estudo é prospectivo, existe uma maior chance de o tratamento ser executadodomização e um ensaio de controle de randomização é adequado. Se não houver possibilidade de tratar-Na randomização, o desenho de incentivo torna-se o método apropriado. Prospectivoavaliações muitas vezes conduzem uma pesquisa de linha de base para tratamento e grupo de controle também (Gertleret al. ,2011)Quando é uma avaliação retrospectiva, os pesquisadores devem determinar se há um critériopara a atribuição de tratamento que produz um tratamento e um grupo de controle, neste caso,projeto de descontinuidade de regressão é útil. Porque a correspondência do escore de propensão é baseada emvariáveis ​​observáveis, é necessário um grande volume de dados. Quando os dados para indi tratado e não tratadoindivíduos antes e depois da intervenção estar disponível diferença-em-diferenças é adequado.Variáveis ​​instrumentais são úteis quando os avaliadores acreditam que existem variáveis ​​não observáveis.capazes (Blundell e Dias , 2009)A escolha de um método de avaliação adequado é crucial. De acordo com Fernandes et al.(2014), os resultados dependem da escolha do método de avaliação. Eles dividem os estudos emcorrelacional e causal (experimentos e quase-experimentos) e descobrir queos estudos obtêm efeitos maiores do que os estudos causais sobre os resultados financeiros. Eles atribuem issodiscordância com as variáveis ​​omitidas nos estudos correlacionais. Nesse sentido, vários autoresafirmaram a necessidade de mais estudos experimentais para medir os efeitos imparciaisde programas (Hastings et al. 2013bLusardi e Mitchell , 2014Meier e Sprenger,2013) Por outro lado, Rubin (1974) argumenta que dados experimentais devem ser usadosquando possivel; no entanto, quando não é, o uso de métodos quase experimentais para medirefeitos causais é uma alternativa razoável.Em suma, avaliar o impacto de programas de educação financeira em vez de monitoraré necessário determinar sua eficácia. Da mesma forma, ajuda a melhorar o designde intervenções mais eficazes, para alocar recursos limitados para os melhores programas, e paraevitar o oportunismo político.14

-ad-


Página 15

Figura 1: Árvore de decisão para selecionar o projeto de avaliação de impactoExiste algum plano de avaliação para ser-antes do início do programa?simVocê pode atribuir tratamento aleatório?NãoVocê pode criar incentivos aleatórios?NãoO tratamento pode ser atribuídocom base em um índice de elegibilidade?NãoA atribuição de tratamento dedepende de fatores externos?NãoExistem grandes dados administrativos para os participantes?NãoExistem dados antes e depois do pro-grama para participantes e não participantes?NãoEnsaio de controle randomizadoDesign de incentivoRegressão Dis-Projeto de continuidadeVariáveis ​​InstrumentaisCorrespondência de pontuação de propensãoDiferença em DiferençaMelhor amostra de conveniênciasimsimsimsimsimsimNãoFonte: Adaptado de Yoong et al. (2013)15


Página 16

5 Avaliação de Programas de Educação Financeira em Colom-biaDe acordo com a Encuesta de Mapeo sobre Programas / Iniciativas de Educación Económicay Financiera en Colômbia, mais da metade dos programas identificados por esta pesquisa falhampara incluir um componente de avaliação de impacto. Existem 109 instituições oferecendo serviços financeirosprogramas de educação. 76 (70%) deles não desenvolveram nenhuma avaliação de impacto -ment. A pergunta feita nesta pesquisa, no entanto, não especifica qual avaliação de impactomeios.12 Assim, é difícil avaliar se os entrevistados responderam com um entendimento rigorosocompreensão do que a avaliação de impacto realmente implica. Nosso palpite pessoal – com base no estado deconhecimento sobre avaliação de impacto na Colômbia – é que não.Até onde sabemos, apenas três programas de educação financeira na Colômbia têmconduziu um estudo de avaliação de impacto: 1) Finanças para Mudança (Finanzas para el Cambio), 2)Promoção de uma cultura de economia (Promoción de Cultura del Ahorro) e 3) Live Safe (VivaSeguro). Além disso, um novo programa de Educação Econômica e Financeira (EducaciónEconómica y Financiera) deverá realizar uma análise de avaliação de impacto peloBanco Central da Colômbia em 2015 tomando como referência a pesquisa nacional SABRE 9 ° 2014e a pesquisa internacional PISA 2012 (Asobancaria , 2014)A primeira avaliação de impacto vem de Garcia (2012), que examina Finanzas para elCambio, um pequeno programa de economia básica e finanças pessoais. O programa tentapara melhorar o conhecimento econômico e financeiro, habilidades, atitudes, habilidades e comportamentos dealunos do nono e décimo ano de escolas de baixa renda, treinando matemática, economia,e professores de ciências sociais uma vez a cada semestre. 50 escolas de Medellın, Cartagena, Bo-gotá e Cali participaram do programa. Os diretores das escolas auto-selecionaram suas escolasno programa.Dada a falta de informações sobre os níveis de educação financeira na época do estudo,Garcia (2012) realizou uma pesquisa de 27 perguntas em novembro de 2010 para 1.518 alunos, 781foram considerados tratados e 737 foram atribuídos ao grupo controle. Os alunos pertencema oito escolas tratadas e oito não tratadas. As questões incluídas foram adaptadas deLusardi et al. (2005), a pesquisa de alfabetização financeira de 2009 da Jump $ tart Coalition, o Finan-Manual de Avaliação da Educação Social desenvolvido pela National Endowment for FinancialEducação (NEFE) mais algumas questões elaboradas especificamente para o programa.Por razões orçamentárias e práticas, o autor selecionou a amostra usando a melhor con-método de amostragem venience, um método não aleatório quando os critérios para escolher a amostradepende do avaliador. Dada a falta de aleatoriedade, este método gera uma perda12 A pergunta feita foi “A sua instituição está realizando algum tipo de avaliação para avaliar o impacto doprograma?”.16


Página 17

de validade externa: os resultados não podem ser generalizados para toda a população elegível (Yoonget al. ,2013) Assim, as 16 escolas da amostra não são representativas de todas as 50 escolasparticipando do programa.Em relação à validade interna, esta responde à questão de saber se o tratamento eindivíduos de controle são semelhantes (Yoong et al. 2013) Uma vez que esta é uma avaliação retrospectiva,os grupos de tratamento e controle não foram construídos aleatoriamente antes da intervenção. Garcia(2012) constrói um grupo de controle ex-post selecionando escolas que não participaram doprograma. Depois disso, no entanto, ela descobre que os tratamentos são mais propensos a funcionar, receberqualquer tipo de comida grátis na escola, não pague taxas de matrícula e tenha mães com menor escolaridade.Essas diferenças persistentes entre os grupos tratados e de controle geram uma seleçãoviés, que o autor tenta remover usando um método quase experimental: propensãoPontuação Matching. A ideia é construir um contrafactual convincente combinando indi-indivíduos do grupo tratado a indivíduos do grupo de controle com base na probabilidade departicipando do programa (Gertler et al. 2011) Porque essa probabilidade é construída usandocaracterísticas observáveis, quão convincente é o contrafactual depende se odiferenças entre os grupos tratados e de controle estão apenas nas variáveis ​​observáveis ​​(Irritadoe Krueger ,2001Garcia (2012) os resultados gerais apóiam efeitos significativos do pro-grama sobre o conhecimento econômico-financeiro dos participantes. No entanto, ela não encontraevidências em favor de efeitos positivos em habilidades, atitudes, habilidades e comportamentos.O segundo estudo de avaliação de impacto vem de Nú˜nez et al. (2012), que examinamo programa Promoción de Cultura del Ahorro, um pequeno programa lançado pelo Colom-governo bianual em 2009 para melhorar o acesso financeiro. Possui dois componentes: financeiroeducação e incentivos monetários. O componente educacional foi desenvolvido durante seisoficinas de duas horas e meia cada. Os tópicos incluem orçamento, poupança, gestão da dívidaagement e seguro. Os participantes receberam incentivos monetários na forma desorteios entre mães com conta ativa no banco rural estadual Banco Agrario. OO prêmio foi dez vezes o saldo médio em conta do último trimestre.Nú˜nez et al. (2012) randomizar a educação financeira e os incentivos monetários no mu-nível municipal e realizar uma pesquisa de linha de base e de acompanhamento para 1.605 mães em 2010e em 2011, respectivamente. Três municípios recebem educação financeira, outros trêsincentivos monetários, mais três recebem ambos, e os últimos três, o grupo de controle, re-ceive none. Na linha de base, entretanto, eles descobriram que os grupos tratados e de controle diferem. Doisrazões explicam as discrepâncias. Primeiro, alguns municípios iniciaram o programa antesa pesquisa de linha de base. Em segundo lugar, os autores construíram clusters de municípios de acordo compopulação e condições de pobreza, levando a uma amostra que não representa todos os elegíveismunicípios.Para resolver a endogeneidade entre a probabilidade de participar e municípiocondições de pobreza, eles usam uma metodologia de variáveis ​​instrumentais seguindo um17


Página 18

abordagem de palco. No primeiro estágio, eles usam uma Regressão Logística Estereótipo, um multinomialmodelo que produz medidas consistentes da probabilidade de pertencer a um dosgrupos mentais: educação financeira, incentivos monetários ou ambos; de acordo com o municípiocaracterísticas. Eles argumentam que esta regressão resolve a variação endógena geradapelas diferenças preexistentes entre os municípios. Os resíduos desta regressãocapturar a variação exógena e pode ser usado como um instrumento forte. No segundoestágio, os autores utilizam os resíduos como instrumento para obter os efeitos da participaçãosobre os resultados usando uma metodologia Diferença em Diferença, que, por sua vez, resolveos problemas associados às diferenças preexistentes a nível individual encontradas naestudo de base.Das 23 variáveis ​​de resultado que examinam, eles encontram aumentos na poupança formal ecapacidade de economia para todos os grupos de tratamento. No entanto, eles não conseguem encontrar aumentos na ac-acesso ao financiamento formal e ao uso de produtos financeiros como dívidas e seguros. Oos autores também usam um método qualitativo e pesquisas para pessoas de sete grupos focais.A partir dos resultados qualitativos, Nú˜nez et al. (2012) identificar os principais obstáculos para o larpoupança formal: o uso comum de compra de animais e acúmulo de dinheiro como formade poupança e a falta de conhecimento sobre produtos financeiros. Por outro lado,maus mecanismos de financiamento, como contas de clubes de Natal (natilleras em espanhol)13 sãopreferiu contra o financiamento formal devido à facilidade de acesso a eles, bem como a suabaixos custos de transação. Além disso, os requisitos do banco para se qualificar para um crédito (por exemplo, ativospropriedade) são considerados muito altos.Seus resultados gerais sugerem uma direção imparcial do efeito, sua magnitude, comonunca, é difícil de racionalizar. Os resultados não são informativos sobre o que é mais eficaz:incentivos, educação financeira ou ambos.Na primeira avaliação de impacto de um programa de mídia na Colômbia, Rodríguez et al. (2014)examine o Viva Seguro, um programa de rádio sobre seguros que inclui 36 sessões diárias para225 ouvintes de emissoras de baixa renda. O conteúdo era didático e relevante para o públicocompreendendo dramas de rádio, especialistas e entrevistas públicas. Para evitar desistências, eles fizeramsorteios diários de $ 100.000 e entregou um jackpot final de $ 3.000.000 pesos colombianos.A principal preocupação desta avaliação é a sua validade interna. Dois fatores podem af-afetá-lo. Primeiro, embora haja aleatoriedade no nível da estação de rádio (Os autores aleatoriamenteatribuiu seis estações de rádio de Barranquilla, Bogotá e Pereira) e atribuiu-as aogrupos de tratamento e controle. No entanto, os autores não puderam randomizar no indivíduonível global, uma vez que os ouvintes eram leais à sua própria estação de rádio. Portanto, tratamento eos indivíduos de controle diferem ligeiramente na linha de base: os indivíduos do grupo tratado eram maisprovavelmente mulheres. Essas diferenças persistiram durante o processo de acompanhamento, dado o13 Fundos informais criados com recursos de parentes, amigos e vizinhos ao longo do ano e distribuídosno fim do ano.18


Página 19

altas taxas de atrito: 80% em Barranquilla, 62% em Pereira e 35% em Bogotá.Por causa da alta taxa de atrito em Barranquilla, os autores decidiram remover estecidade a partir da análise. O risco de atrito é que ele contamina a aleatoriedade definida emo início da intervenção se as pessoas que desistem são diferentes das pessoas que o fazemnão. De acordo com Yoong et al. (2013) a maioria das avaliações de impacto financeiro de alta qualidadeos programas de capacitação procuram ter uma taxa de desgaste de 5% ou menos.A auto-seleção é outro problema, já que ouvir o programa não é aleatório: pessoasquem decide ouvir o programa pode ser diferente das pessoas que não o fazem. Lidarcom as diferenças entre os grupos tratados e de controle, os autores usam um Difference-inMétodo das diferenças. Este método supera o problema que os grupos tratados e de controlenão têm as mesmas condições pré-intervenção. No entanto, ele assume que eles têm omesmas tendências ao longo do tempo (Gertler et al. 2011) Os autores também usam variáveis ​​instrumentaiscomo um teste de robustez dada a potencial endogeneidade entre a decisão de participare os resultados. O instrumento que eles usam é se o indivíduo relatou que normalmenteouça o tratamento ou a estação de rádio de controle.Os autores examinam os efeitos do programa de rádio em seis resultados: número deriscos e número de produtos de seguro que o indivíduo conhece, conhecimento sobre seguros básicosconceitos, atitudes em relação ao seguro, capacidades percebidas e conhecimento sobre seguro,e mudanças de comportamento. Seus resultados estão entre as duas metodologias. Eles acham que im-pactos sobre o conhecimento do número de riscos e produtos de seguro e capacidades percebidase conhecimento em seguros. No entanto, eles não conseguem encontrar um impacto significativo sobre os participantesconhecimento das calças dos conceitos básicos de seguro, atitudes em relação ao seguro e mudanças emcomportamento.Embora dois dos três programas tenham planejado uma avaliação de impacto antes do período interconvenção, a principal dificuldade enfrentada pelos autores é controlar a falta de aleatoriedadede suas amostras na linha de base ou na pesquisa de acompanhamento. Isso afeta principalmente ovalidade interna dos resultados. Além disso, altas taxas de atrito também são prejudiciais paravalidade interna. A falta de informação sobre os níveis de alfabetização financeira antes do iníciodo programa apresenta desafios difíceis de superar para avaliar o impacto real doprogramas. Finalmente, as restrições orçamentárias complicam o processo de amostragem e estimativa.No geral, as evidências disponíveis para a Colômbia não sustentam um efeito causal deprogramas de educação sobre conhecimento financeiro ou resultados financeiros, e não háevidências sobre os efeitos de longo prazo.19

-ad-


Página 20

6. ConclusãoRecursos públicos e privados significativos estão sendo usados ​​no desenvolvimento da educação financeiraprogramas em todo o mundo. A Colômbia também está pegando essa onda. Seus objetivos sãoamplo: para aumentar a literacia financeira dos indivíduos, para melhorar a saída financeira dos indivíduosvem, para aumentar a proteção do consumidor financeiro e promover a inclusão financeira.Leis promulgadas recentemente na Colômbia exigem uma revisão geral do primário e do sec-currículos do ensino médio para incluir o desenvolvimento de habilidades financeiras nos jovens.A lei também obriga o setor financeiro a oferecer programas de educação financeira paraaumentar os níveis de educação financeira e melhorar a proteção do consumidor financeiro. Como vaipúblico sabe se tais iniciativas valem a pena? Argumentamos que sem avaliar adequadamenteo impacto de tais programas, corremos o risco de nunca saber se eles alcançam seusobjetivos pretendidos. Assim, podemos não saber se os recursos foram usados ​​com sabedoria.Neste artigo, mostramos que a literatura empírica internacional oferece poucas evidênciassobre a eficácia dos programas de educação financeira na melhoria financeiraalfabetização ou mudança nos resultados financeiros dos indivíduos.Analisamos a experiência colombiana em educação financeira e descobrimos que a maioriaprogramas carecem de um componente de avaliação de impacto adequado. Apesar do grande número deinstituições – principalmente instituições financeiras – que realizam programas de educação financeira na maioriadeles não avaliam os resultados desses programas. De mais de cem finançasprogramas de educação social e iniciativas em desenvolvimento, identificamos apenas trêsprogramas para os quais uma avaliação de impacto rigorosa foi realizada.Esses três estudos relatam efeitos positivos de curto prazo do programa sobre a literatura financeiraníveis de cia, mas nenhum nos resultados financeiros de curto ou longo prazo. Dada a metodologiadesafios desses estudos, os resultados desses estudos devem ser considerados com cautela.Também analisamos as informações publicamente disponíveis sobre esses programas. Julgandopela forma como os programas estão sendo entregues, seu conteúdo e design geral, alguns doseles parecem ser mal concebidos e seu impacto pretendido não pode ser avaliado. colombianoos reguladores devem considerar cuidadosamente como avaliar o impacto da atual onda deprogramas de educação financeira.Finalmente, recomendamos o estabelecimento de padrões de qualidade para programas de educação financeira de -administrado pelo governo ou por instituições privadas. Um conjunto mínimo de requisitosquanto à avaliação do impacto de tais programas é um pré-requisito para garantirque os recursos públicos sejam alocados com sabedoria e que os programas de educação financeira atendam aointeresse público. Sem tal exigência, a educação financeira endossada publicamente,gramas podem distorcer o currículo educacional colombiano atual ou servir apenas para fins financeirospropaganda para instituições financeiras.20


Página 21

ReferênciasAMV (2015). Educación Financiera para Todos.Angrist, JD e Krueger, AB (2001). Variáveis ​​instrumentais e a busca por iden-tificação: da oferta e demanda aos experimentos naturais. Journal of EconomicPerspectives, 15 (4): 69–85.Asobancaria (2014). Informe de Sostenibilidad. Relatório técnico.Banca de las Oportunidades (2015). En Tu Cuenta Cada Peso Cuenta.Banco de Bogotá (2013). Informe de Gestión. Relatório técnico.Bancolombia (2013). Programa de Educación Financiera del Grupo Bancolombia. Tech-relatório técnico.Banks, J. e Oldfield, Z. (2007). Noções básicas sobre pensões: função cognitiva, numéricacapacidade e poupança de reforma. Estudos fiscais, 28 (2): 143-170.BBVA (2014). Informe de Responsabilidad Corporativa. página 106.Bernal, R. e Pe˜na, X. (2011). Guıa Práctica para la Evaluación de Impacto.Bernheim, BD e Garrett, DM (2003). Os efeitos da educação financeira noevidências do local de trabalho de uma pesquisa de famíliass.pdf. Journal of Public Economics,87: 1487–1519.Bernheim, BD, Garrett, DM e Maki, DM (2001). Educação e economia: oEfeitos de longo prazo dos mandatos do currículo financeiro do ensino médio. Diário dePublic Economics, 80 (3): 435–465.Blundell, R. e Dias, MC (2009). Abordagens alternativas para avaliação empíricaMicroeconomia. The Journal of Human Resources, 44 (3): 565–640.Bruhn, M., de Souza Le˜ao, L., Legovini, A., Marchetti, R. e Zia, B. (2014). OImpacto da Evidência Experimental de Educação Financeira no Ensino Médio no Brasil.Documento de Trabalho de Pesquisa de Políticas do Banco Mundial, (Documento de Trabalho No. 6723).Calderon, G., Cunha, JM e De Giorgi, G. (2013). Alfabetização e desenvolvimento de negócios: Evidência de um ensaio clínico randomizado no México rural. Bureau Nacionalof Economic Research, (Working paper No. 19740).Camacho, A. e Conover, E. (2011). Manipulação da Elegibilidade do Programa Social do SocialElegibilidade do programa. American Economic Journal, 3 (2): 41–65.Choi, JJ, Laibson, D. e Madrian, BC (2010). Por que a lei do preço único falha? aexperimento em fundos mútuos de índice. Review of Financial Studies, 23 (4): 1405–1432.Christelis, D., Jappelli, T. e Padula, M. (2010). Habilidades cognitivas e escolha de portfólio.European Economic Review, 54 (1): 18-38.Christiansen, C., Joensen, JS e Rangvid, J. (2008). Os economistas são mais propensos amanter ações? Review of Finance, 12 (3): 465–496.Citibank (2014). Informe de Sostenibilidad. Relatório técnico.21


Página 22

Cole, S., Sampson, T. e Zia, B. (2011). Preços ou conhecimento? O que leva amandado para Serviços Financeiros em Mercados Emergentes? Preços ou conhecimento? O queImpulsiona a demanda por serviços financeiros em mercados emergentes? Journal of Finance,66 (6): 1933–1967.Cole, S. e Shastry, GK (2010). O ensino médio é o momento certo para ensinar comportamento de poupançaeu ou? o efeito da educação financeira e dos cursos de matemática na poupança. HarvardEscola de Negócios / Wellesley College Dezembro.Comisión Intersectorial de Educación Económica y Financiera (2014). Encuesta de Mapeosobre Programas / Iniciativas de Educación Económica y Financiera na Colômbia.Relatório técnico.Departamento de Planeacion Nacional (2010). Plan Nacional de Desarrollo 2010-2014:Crecimiento Sostenible y Competitividad. Relatório técnico.Duflo, E., Glennerster, R. e Kremer, M. (2007). Usando a randomização no desenvolvimentopesquisa econômica: um kit de ferramentas. Handbook of development economics, 4: 3895–3962.Fernandes, D., Lynch, JG e Netemeyer, RG (2014). Literacia financeira, financeiraeducação e comportamentos financeiros a jusante. Managment Science, 60 (8): 1861–1883.Fox, J., Bartholomae, S. e Lee, J. (2005). Construindo o caso para educação financeira.Journal of Consumer Affairs, 39 (1): 195–214.Garcia, N. (2012). O impacto da educação econômica e financeira nos jovens: elcaso de Finanzas para el Cambio. Borradores de Economia, 687: 2-47.Garcia, N., Grifoni, A., López, JC e Mejía, D. (2013). La educación financierana América Latina e no Caribe. Situación Actual y Perspectivas. Serie PolıticasPúblicas y Transformación Productiva, 12.Gerardi, K., Goette, L. e Meier, S. (2010). Educação financeira e hipotecas subprimedelinquência: evidências de uma pesquisa combinada com dados administrativos. Federal Re-servir a Série de Documentos de Trabalho do Banco de Atlanta, (2010-10).Gertler, PJ, Martinez, S., Premand, P., Rawlings, LB e Vermeersch, CM (2011).Avaliação de impacto na prática. Publicações do Banco Mundial, Washinton DCGrifoni, A. e Messy, F.-A. (2012). Situação atual das estratégias nacionais para finançasEducação. Documentos de Trabalho da OCDE sobre Finanças, Seguros e Previdência Privada,(16).Grinblatt, M., Keloharju, M. e Linnainmaa, J. (2009). Os investidores inteligentes superam o desempenhoinvestidores estúpidos. Relatório técnico, Chicago Booth School of Economics.Hastings, JS, Hortaçsu, A. e Syverson, C. (2013a). Publicidade e competição emseguridade social privatizada: o caso do méxico. Relatório técnico, National Bureau ofPesquisa Econômica.Hastings, JS, Madrian, BC e Skimmyhorn, WL (2013b). Letramento financeiro,22


Página 23

Educação Financeira e Resultados Econômicos. Revisão Anual de Economia,5 (1): 347–373.Hilgert, M. a. e Hogarth, JM (2003). Gestão Financeira Doméstica: The Connec-relação entre Conhecimento e Comportamento. Boletim da Reserva Federal, 106 (julho): 309–322Hill, RC, Griffiths, WE e Lim, GC (2008). Princípios de Econometria. Wiley,4ª edição.Hung, A., Meijer, E., Mihaly, K. e Yoong, J. (2009). Aumentando, gastando menos: Fi-Literacia nanceira, Gestão de Poupança para Aposentadoria e Decumulação. SSRN Jour-nal, (setembro).Hung, A. e Yoong, J. (2013). O mercado para aconselhamento financeiro de aposentadoria, capítuloPedir ajuda: pesquisa e evidências experimentais sobre consultoria financeira eMudança de comportamento, páginas 182–212. Oxford University Press, New York, NY, primeiroedição.Huston, SJ (2010). Medindo Literacia Financeira. Journal of Consumer Affairs,44 (2): 296–316.Jump $ start Coalition for Personal Financial Literacy (2006). Programas de educação financeiraligeira melhora entre os alunos do ensino médio do país. Rep, Washington, DC.Karlan, D. e Valdivia, M. (2011). Ensinando empreendedorismo: Impacto do trem de negóciosem clientes e instituições de microfinanças. Revisão de Economia e Estatística,93 (2): 510–527.Lusardi, a., Mitchell, O., e Curto, V. (2010). Literacia Financeira entre os Jovens.pdf.Journal of Consumer Affairs, 44 (2): 358–380.Lusardi, A. e Mitchell, OS (2009). Como consumidores comuns tornam complexos ecológicosDecisões econômicas: Educação Financeira e Preparação para Aposentadoriasumers tomam decisões econômicas complexas: educação financeira e aposentadoriaProntidão. National Bureau of Economic Research, (Working paper No. 15350).Lusardi, A. e Mitchell, OS (2011). Literacia financeira ao redor do mundo: uma visão geral.Journal of Pension Economics and Finance, 10 (04): 497–508.Lusardi, A. e Mitchell, OS (2014). A importância econômica da educação financeira:Teoria e evidências. Journal of Economic Literature, 52: 5-44.Lusardi, A., Mitchell, OS e Mitchell, OS (2005). Implicações para a aposentadoriaBem-estar. Michigan Retirement Research Center, (WP 108).Lyons, AC e Neelakantan, U. (2008). Potencial e armadilhas da aplicação da teoria aoprática de educação financeira. Journal of Consumer Affairs, 42 (1): 106-112.Mandell, L. (2008). Alfabetização financeira de alunos do ensino médio. Em Xiao, J., editor, Hand-livro de pesquisa de finanças do consumidor, páginas 163-183. Springer, New York, NY.Meier, S. e Sprenger, C. (2007). Seleção para programas de educação financeira: evidências23


Página 24

de um estudo de campo. Relatório Técnico 07-5, Federal Reserve Bank of Boston.Meier, S. e Sprenger, CD (2013). Descontando educação financeira: preferências de tempoe participação em programas de educação financeira. Journal of Economic Behaviorand Organization, 95: 159-174.Nú˜nez, J., Salazar, N., Casta˜neda, C., Rivas, G., Cuesta, L. e Castillo, J. (2012). PrimerSeguimiento de la Evaluación de Impacto del Piloto del Programa de Promoción deCultura del Ahorro Resumen Ejecutivo. Relatório técnico, Fedesarrollo.OCDE (2005). Melhorando a Literacia Financeira: Análise de Questões e Políticas. OCDEPublicação, Paris.OCDE (2014). Relatório de progresso da OCDE / INFE. Relatório Técnico Novembro, Paris.Redy, R., Bruhn, M. e Tan, C. (2013). Capacidades financieras en colombia: Resul-tados de la encuesta nacional sobre comportamientos, actitudes y conocimientosfinancieros. Relatório técnico, Banco Mundial.Robinson, J. a. e Torvik, R. (2005). Elefantes brancos. Journal of Public Economics,89 (2-3): 197-210.Rodríguez, C., Sanchez, F. e Zamora, S. (2014). No rádio: eficácia doPrograma de Educação Financeira Viva Seguro. Série Documentos Cede, (2014-19).Rosenbaum, PR e Rubin, DB (1983). O papel central da pontuação de propensão emEstudos observacionais para efeitos causais. Biometrika, 70 SRC – (1083): 41–55.Rubin, DB (1974). Estimar os efeitos causais dos tratamentos em randomizados eestudos dominados. Journal of Educational Psychology, 66 (5): 688–701.Thaler, RH e Benartzi, S. (2004). Economize mais amanhã: usando eco comportamentaleconomia para aumentar a economia de funcionários: usando a economia comportamental para aumentar em-economia de ployee. Journal of political Economy, 112 (S1): S164 – S187.Van Rooij, M., Lusardi, A. e Alessie, R. (2011). Educação financeira e mercado de açõesparticipação. Journal of Financial Economics, 101 (2): 449–472.Van Rooij, MCJ, Lusardi, A., e Alessie, RJM (2012). Literacia Financeira, Aposentadoria-Planejamento de crescimento e riqueza familiar. The Economic Journal, 122 (2006): 449–478.Xu, L. e Zia, B. (2012). Literacia Financeira em todo o Mundo: Uma Visão Geral doEvidências com sugestões práticas para o futuro. Trabalho de pesquisa de políticaArtigo, (6107): 1-56.Yoong, J., Mihaly, K., Bauhoff, S., Rabinovich, L., e Hung, A. (2013). Um kit de ferramentas para oAvaliação de programas de capacidade financeira em países de baixa e média rendatentativas. Número junho. Banco Mundial, Washington, DC.24

-ad-


Página 25

ApêndiceTabela 2: Instituições Participantes de Programas de Educação Financeira na ColômbiaNão.InstituciónTipo de Institución1AXA COLPATRIA SEGUROS SAAseguradora2COMPA ˜NÍA DE SEGUROS BOLIVAR SAAseguradora3OLD MUTUAL SEGUROS DE VIDA SAAseguradora4RIEGOS PROFESIONALES COLMENA SAAseguradora5SEGUROS COMERCIALES BOLIVAR SAAseguradora6SEGUROS DE VIDA COLPATRIA SAAseguradora7ASOBANCARIAAsociación Gremial8ASOBOLSAAsociación Gremial9ASOFIDUCIARIASAsociación Gremial10ASOFONDOSAsociación Gremial11FEDELEASINGAsociación Gremial12BANCO AGRARIO DE COLOMBIA SABanco13BANCO BCSC SABanco14BANCO COLPATRIA RED MULTIBANCA SABanco15BANCOMPARTIR SA / FINANCIERA AMERICA SABanco16BANCO DAVIVIENDA SABanco17BANCO DE OCCIDENTE SABanco18BANCO GNB SUDAMERIS SABanco19BANCO CORPBANCA SA / BANCO DE LEMEBanco20BANCOLOMBIA SABanco21CITIBANK – COLOMBIA SABanco22CAPITALIZADORA BOLÍVAR SACapitalizadora23CAPITALIZADORA COLMENA SACapitalizadora24CAPITALIZADORA COLPATRIA SACapitalizadora25CORPORACI ´ON FINANCIERA COLOMBIANA SACorporación Financiera26JP MORGAN CORPORACION FINANCIERA SACorporación Financiera27ACCION FIDUCIARIA SASociedad Fiduciaria28BBVA FIDUCIARIA SASociedad Fiduciaria29CITITRUST SASociedad Fiduciaria30FIDUAGRARIA SASociedad Fiduciaria31FIDUCIARIA BOGOT ´A SASociedad Fiduciaria32FIDUCIARIA CENTRAL SASociedad Fiduciaria33FIDUCIARIA COLMENA SASociedad Fiduciaria34FIDUCIARIA CORFICOLOMBIANA SASociedad Fiduciaria35FIDUCIARIA DAVIVIENDA SASociedad Fiduciaria36FIDUCIARIA DE OCCIDENTE SASociedad Fiduciaria37FIDUCIARIA DEL PAÍS SASociedad Fiduciaria38FIDUCIARIA LA PREVISORA SASociedad Fiduciaria39FIDUCIARIA POPULAR SASociedad Fiduciaria40FIDUCIARIA OLD MUTUAL SASociedad Fiduciaria41FIDUCOLDEX SASociedad Fiduciaria42FIDUCOR SASociedad Fiduciaria43CORPBANCA INVESTMENT TRUST / HELM FIDUCIARIA SASociedad Fiduciaria44PROTECCI ´ON SAFondo de Pensiones45COLFONDOS SAFondo de Pensiones46PORVENIR FONDO DE PENSIONES Y CESANTÍASFondo de Pensiones47ANTIGAS PENSÕES MÚTUAS Y CESANTÍAS SAFondo de Pensiones48SEGURIDAD COMPA ˜NIA ADMINITRADORA DE FONDOS DE INVERSION SASAI49ACCIONES Y VALORES SASCB50ALIANZA VALORES SASCBContinua na próxima página25


Página 26

Tabela 2 – Continuação da página anteriorNão.InstituciónTipo de Institución51ASESORES EN VALORES SASCB52ASESORÍAS E INVERSIONES SASCB53BBVA VALORES COLOMBIA SASCB54BTG PACTUAL SA COMISIONISTA DE BOLSASCB55CASA DE BOLSA SASCB56CITIVALORES SASCB57COMPA ˜NIA PROFESIONALES DE BOLSA SASCB58CREDICORP CAPITAL SASCB59DAVIVIENDA CORREDORES SASCB60GLOBAL SECURITIES COLOMBIA SASCB61CORPBANCA COMISIONISTA DE BOLSA SASCB62SERFINCO SASCB63SERVIVALORES GNB SUDAMERIS SASCB64OLD MUTUAL VALORES SASCB65ULTRABURSATILES SASCB66VALORES BANCOLOMBIA SASCB67TITULARIZADORA COLOMBIANA SATitularizadoraFonte: Adaptado de AMV (2015)26

---

Solicite mais informações

avatar
  Subscribe  
Notify of